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UCLA exibe documentário explorando futuro positivo de la?os

Los Angeles, 10 abr (Xinhua) -- Os Estados Unidos devem encarar a China como um aliado e n?o como um inimigo, disse um ex-deputado americano na noite de ter?a-feira durante a exibi??o do filme "Melhores Anjos" no Korn Convocation Hall da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA).

"A China é nossa aliada, n?o nossa inimiga. Nossas economias s?o gigantes e indissociáveis. N?o é possível ferir uma sem ferir a outra", disse o ex-deputado americano David Dreier, um dos primeiros apoiadores do filme que serviu no Congresso por 30 anos.

"Precisamos construir o futuro juntos e este filme é um passo na dire??o certa", disse ele.

"Better Angels", documentário escrito e dirigido por Malcolm Clarke, duas vezes vencedor do Oscar, examina a ideia de que as duas maiores economias do mundo, Estados Unidos e China, podem e devem conscientemente escolher trabalhar juntas para criar um mundo mais seguro e próspero, em vez de descer em uma espiral mutuamente destrutiva de rivalidade, instabilidade e conflito.

O filme afirma que ambos os países devem criar um futuro em que as diferen?as sejam respeitadas e n?o suspeitas, e em que ambos os lados se concentrem nas quest?es que os unem e n?o naquelas que os separam.

O filme foi bem recebido pelo público. "Estou curioso sobre a China. Quero saber mais sobre eles", disse um estudante de mídia digital da UCLA que se identificou como Marty.

No filme, muitos ativistas refletiram sobre a importancia das rela??es China-EUA mutuamente benéficas, incluindo três ex-secretários de Estado dos EUA - Henry Kissinger, James Baker e Madeleine Albright.

Mas o verdadeiro cora??o do documentário está nos cidad?os comuns, tanto americanos quanto chineses - operários de fábrica, engenheiros, empreendedores, cineastas e professores, que viveram ou visitaram os países uns dos outros.

Esses Joes regulares se encontram inadvertidamente como os principais impulsionadores do futuro visionário proposto pelo filme.

"é de vital importancia ter uma cidadania informada de americanos e chineses comuns que possam atuar como 'diplomatas acidentais'", disse o produtor do filme, William Mundell, aos espectadores após a exibi??o.

Cabe aos cidad?os comuns, como os do filme, entenderem-se uns aos outros como pessoas em primeiro lugar e fazer a sua parte para manter pessoalmente viva a chama da harmonia e da amizade, disse Mundell.

Isso se aplica especialmente aos mais de 2 milh?es de imigrantes chineses nos Estados Unidos e cerca de 110 mil americanos que vivem na China, bem como aos cerca de 3 milh?es de turistas chineses que visitam as costas dos EUA e aos mais de 2 milh?es de americanos que v?o à China a cada ano, disse Mundell.

Os cidad?os de ambos os países "s?o os verdadeiros interessados nas rela??es bilaterais mais importantes do planeta", ressaltou.

"Cabe a todos nós fazer a ponte entre nossos países antes que seja tarde demais", disse ele.

O presidente do Senado da Califórnia, Tempore Emeritus Kevin de Leon, que também assistiu a "Anjos Melhores", concordou com o ideal do filme.

"Vamos trabalhar lado a lado com pessoas de todas as cores, credos, religi?es e nacionalidades para manter nossa economia forte", disse De Leon.

Na Califórnia, "estamos trabalhando juntos para construir uma parceria mais forte e mais produtiva com a China", disse ele.