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Chefe da UNECA elogia papel que BRI desempenhará na infraest

Adis Abeba, 10 abr (Xinhua) -- Vera Songwe, secretária executiva da Comiss?o Econ?mica para áfrica da ONU (UNECA), elogiou o papel que a Iniciativa do Cintur?o e Rota (BRI, na sigla em inglês), proposta pela China, desempenharia na abordagem dos problemas de infraestrutura e cria??o de empregos na áfrica.

Songwe disse à Xinhua na quarta-feira numa entrevista que a BRI irá afetar positivamente centenas de milh?es de pessoas em diferentes países, enquanto ajuda a áfrica a desenvolver a conectividade de infraestruturas de vários tipos e a criar oportunidades de emprego que s?o quest?es prementes no continente.

Proposto pela China em 2013 para promover o crescimento comum e obter benefícios partilhados, a BRI envolve o desenvolvimento de infraestruturas, a facilita??o do comércio e do investimento e os intercambios interpessoais destinados a melhorar a conectividade numa escala trans-continental.

"Esta (BRI) é provavelmente uma das maiores iniciativas de crescimento e desenvolvimento que temos no mundo", disse o funcionário da ONU, observando que a BRI é essencial para o continente.

Ela acredita que a iniciativa, com a participa??o de muitos países africanos, é particularmente importante porque "a infraestrutura hoje é um dos requisitos necessários para o crescimento da áfrica".

O custo global das infraestruturas na áfrica é de cerca de 130 bilh?es de dólares norte-americanos, estima Songwe, afirmando que a iniciativa, uma tentativa de refor?ar a integra??o regional de política para financiamento, ajudará a impulsionar a constru??o de infraestruturas na regi?o.

Desde sua proposta em 2013, a BRI, que prevê uma rede de comércio e infraestrutura ligando a ásia à Europa, áfrica e além, criou oportunidades econ?micas e impulsionou o desenvolvimento comum entre vários países.

A planejada área de livre comércio africana criará um mercado que abrangerá cerca de 1,2 bilh?o de pessoas, disse ela, esperando que a iniciativa contribua mais para a facilita??o do comércio do continente.

"Basicamente, quando falamos de mercado, falamos de bens, falamos de transporte", disse ela, acrescentando que a BRI poderia ajudar os países africanos a mover esses bens muito mais rapidamente.

A área de livre comércio foi delineada no Acordo de Livre Comércio Continental Africano assinado por mais de 40 países africanos em mar?o de 2018. De acordo com a UNECA, o acordo irá impulsionar o comércio intra-africano em 52% até 2022.